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Hemosc precisa de doadores de sangue "O" negativo

Segunda-feira, 19 de Junho de 2017 às 12:43

 

A rotina da aposentada Maria Salete, 63 anos, se divide entre as tarefas de casa e o hospital. A cada 15 dias ela faz transfusão de sangue. São em média duas bolsas por sessão. Há sete anos foi diagnosticada com anemia. Fez vários tratamentos, mas, com o passar do tempo, a doença intensificou e surgiu também uma alergia forte. Os exames apontaram uma sobrecarga de ferro e uma mielodisplasia, doença na qual a medula óssea deixa de produzir células saudáveis que formam o sangue. Salete chegou a fazer quimioterapia, mas sofreu uma isquemia no coração, que a impediu de fazer o transplante. Desde então, com a ajuda das transfusões de sangue, ela tem driblado a doença.


“O meu remédio mesmo para continuar viva é o sangue. Se eu não tomar ele, eu estou morta. Eu agradeço a cada gota de sangue que alguém vai doar porque é muito difícil você precisar. Hoje os meus pedidos ficam agendados. Eu faço uma transfusão e já deixo um pedido agendado pra 14 ou 15 dias à frente.”

Valcione Laurindo, 46 anos, técnico de laboratório da construção civil, é doador de sangue há 20 anos. Começou quando estava servindo o Exército. Passou alguns anos sem doar e voltou, após um amigo sofrer um acidente. Hoje é doador de aférese, componente específico do sangue. Ele sabe muito bem a importância de continuar com este ato de solidariedade.

“Muitas pessoas não fazem por medo, por falta de conhecimento, mas é muito importante. Por que hoje você pode estar doando, amanhã você pode estar sendo beneficiado ou alguém da sua família com sangue ou aférese, que você está doando ou deixou de doar, então é muito importante.”

Santa Catarina conta hoje com sete hemocentros e duas unidades de coleta de sangue, uma em Tubarão e a outra em Jaraguá do Sul. 88% das doações são feitas por pessoas que não têm familiares ou amigos em tratamentos. Na capital, 58% dos doadores são homens. Atualmente, a maior necessidade é pelo tipo sanguíneo “O” negativo, embora todas as doações sejam bem-vindas. A diretora-geral do Hemocentro de Santa Catarina, Denise Gerent, afirma que as pessoas com idade entre 16 e 69 anos, em boas condições de saúde, que estejam se sentindo bem, são potenciais doadores. Para os jovens com idade entre 16 e 18 anos, existem alguns pré-requisitos para ser doador, como explica a diretora Denise.

“Dos 16 aos 18 anos ela tem que trazer uma autorização ou estar com acompanhante, com um responsável. Ele tem que estar bem de saúde, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 24 horas e ter se alimentado não com alimentos gordurosos, mas não deve vir em jejum.”

A diretora do Hemocentro de Santa Catarina, Denise Gerent, faz um apelo ao catarinense: procure um hemocentro ou um centro de coleta e faça uma doação de sangue regularmente. Esse ato de solidariedade ajuda a salvar muitas vidas. Para mais informações sobre doação de sangue, acesse saude.gov.br/doesangue.

Fonte: Agência do Rádio 

Da redação - Lilian Ribeiro 

 

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